terça-feira, 1 de Setembro de 2009

Normalidade


Vejo que se aprecia um certo ar de inteligência
Mas nada me obriga a ser
Inimigo da minha inocência
E ser pau de obras de feições alheias
Ou mera ideia química ou biológica
A quem aplicam veneno
Aranhas de outras teias
Rendo-me à ciência racional
De que para além da inteligência
Ou aliás habita a inteligência
Um instinto primário, gregário, animal
Ou não fosse uma pessoa normal

2 Comentários às Palavras:

Maria Emília disse...

Ai a vaca pensadora...
Um abraço,
Maria Emília

O mar me encanta completamente... disse...

Saudades poeta,
Fico feliz demais ao ver sua obra literária...
A net só tem a ganhar com sua presença e escritos dignos
do grande poeta que vc é, de fato.
Há alguns dias não vinha aqui, aproveitei e me alimentei de
uma farta porção de sua inspiração...
Hoje vim te ler, e compartilhar com você um presente:
Sou a poetisa da semana no Blog do VALTER POETA e
é claro, gostaria que lesse, e caso queira, opine.
É sempre pra mim um prazer e uma honra saber sua concepção,
sua opinião, seu parecer.

Te espero...

http://valterpoeta.blogspot.com


Beijinhos...

Glória