
Desacostumado da minha coragem
Vivo um exílio de prazer enrolado em colchas de solidão
Até que o amor deixe o seu templo
E chegue à minha vista, agarre a minha mão
Amor que chega com velhas memórias de prazer
E histórias antigas de dor
Desapertando minhas algemas de medo
Despertando um adormecido fulgor
Que desmama a minha timidez
Enobrece meu medo vulgar
Num silencioso segredo
Qual viciado jogo de xadrez
Estamos destinados mesmo sem querer
A viver para poder amar
Foto: $$$$$$ - mico (olhares.aeiou.pt)
3 Comentários às Palavras:
Obrigada mas... Depois de ver este blog... há felizmente quem escreva muito bem e defenitivamente não sou eu :)
Mas mais uma vez obrigada
Não temos outro remédio senão esperar por ele... O amor surge, não vem forçado :|
***MUAH fofo pa ti***
Gostei de ler:)
A LUZ QUE TE DEIXO É DA COR DA MINHA VIDA:)
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