
Tenho medo de falar
De acordar a nossa conversa
Nesta fala tão dispersa
Tenho medo de pensar
A minha mente é selvagem
Focada na tua miragem
Tenho medo de te ver
Como os frutos da árvore da ignorância
Mantenho a nossa distância
Tenho medo de te amar
Embarco noutro caminho
Vou andando agora sozinho
Tenho medo de ser
Apenas teu amigo
Anda ter medo comigo
Tenho medo de acontecer
Tenho medo de me perder.
De acordar a nossa conversa
Nesta fala tão dispersa
Tenho medo de pensar
A minha mente é selvagem
Focada na tua miragem
Tenho medo de te ver
Como os frutos da árvore da ignorância
Mantenho a nossa distância
Tenho medo de te amar
Embarco noutro caminho
Vou andando agora sozinho
Tenho medo de ser
Apenas teu amigo
Anda ter medo comigo
Tenho medo de acontecer
Tenho medo de me perder.
Foto: november gale - avalon (olhares.aeiou.pt)
5 Comentários às Palavras:
Excelente, como todo o blog!
Parabéns.
Só medos Raúl... No entanto pedes para ela "vir ter medo contigo"...
Interessante... Sempre ouvi dizer que "A tristeza gosta de companhia"!!! Se calhar é verdade :)
***MUAH fofo***
Como sempre...
É um prazer ler o que escreves ;)
Adoro passar por aqui ;)
Beijinho grande, querido amigo
Bom fim-de-semana
Pode não ter nada a ver com o assunto aqui tratado, mas porque a cultura é um “bem” importantíssimo a defender, convido-vos a participarem nos VI Jogos Florais de Avis, que já são uma referência no panorama cultural português. Sendo uma iniciativa da Amigos do Concelho de Aviz-Associação Cultural, o regulamento está disponível em www.aca.com.sapo.pt
Concorram e boa sorte.
Saudações culturais.
P’la ACA,
Fernando Máximo!
Temos medo da vida, temos medo da morte, temos medo de nós próprios... A vida chama por nós mas a gente ignora... Neste dia (17/01/08), a morte esteve bem pertinho de mim...mas a vida ganhou...mesmo assim não aprendi a vive-la
Porque o medo continua cá...
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